Fernanda Rabaglio

Um pouco de Design, Redes Sociais, web 2.0, Moda, tendências e tudo o que este mix envolve.

Cinema… às vezes decepciona

Esta semana percebi que estava em atraso com as telonas. Minha regra de “toda quinta-feira, um filme novo”, foi quebrada no último mês e para melhorar minhas estatísticas, na semana passada assisti dois filmes que estão em alta: Eclipse e ToyStory3.

Bem, o que dizer de Eclipse? Um movie com paleta cromática bem fria? Uma maquiagem pesada e até falsa? Ou um roteiro que mais aproxima-se de um teatro de absurdo, aqueles que começam do nada e não chegam em lugar de nenhum, sabe?

Meu Deus! Lembro-me que na minha adolescência o modismo cinematográfico atendia por Harry Potter. Ok, não era nenhuma 7º maravilha, mas sim, convenhamos, entre os “seres esquisitos”, o bruxo era bem mais interessante do que as sanguessugas.

Edward é mais que um ser quase inanimado, entende-se: é um vampiro. Mas não falta mais ação naquela criatura? Alguns personagens, no cinema, precisam melhorar seus figurinos, enquanto Jacob precisa ganhar um! A apelação que há no corpo nu, como atrativo para os olhos sonhadores das adolescentes é baixa. A função sensual de Jacob como atrativo aos cinemas, acaba sendo superior à função da personagem na história.

E Bella? Sinto falta de pulso e atitude na “mocinha” do conto. Foi-se a época em que o encanto da mulher era a fragilidade, a garota me parece sonsa, aquela típica menina sem sal, sem açúcar, indecisa, que ninguém nota na “high school”.

Enfim, não gostei! Valeu apenas para aprendizado de efeitos especiais. Mas só e basa!

Bem, depois da decepção, fui ver animação, na esperança da Pixar fazer meu sábado valer a pena: ToyStory3. Amo animação, para mim cinema é arte, criação, magia e ilusão e nada transparece mais este mix do que a animação e quando esta é modelada em 3D, pensa-se, não pode ser melhor.

Pois bem, mas é fato: quando você lembra de ver as horas no meio do filme, algo está errado. E lembrei-me disso por duas vezes. A história é até razoável e o clímax me causou susto sim, como não pensar que era o “fim da linha” para os brinquedos? Sim, estava prestes a serem queimados, coitados. Mas, claro que não, que alguém os salvaria e acho que foi a única parte surpreendente. Mas até ali eu já tinha visto 4 pessoas deixarem o cinema.

Ver Andy brincando com a menina, dando vida ao xerife e ao Buzz foi gracioso, mas digo que 1h30min de filme só vale por estas duas cenas. As cenas da creche me deram sono. E aquele macaco? Alguém poderia tê-lo doado à Stallone, talvez fosse o único que gostasse daquele ser nonsense, tanto quanto o ator e diretor de cinema.

Mas conto-lhes o que mais me encantou neste dia, naquela sala do Shopping Paulista: Um curta da Pixar chamado Dia&Noite. Um shortfilm de cerca de 8 ou 10 minutos, 2D, sem falas, mas que dizia tudo. A mensagem passada naqueles poucos minutos era bem superior ao mostrado no longa que seguiria. Vi as crianças muito mais animadas com aquele efeito de máscaras e sobreposições tão lúdico e sentia o desânimo dos pequenos quando chegou ao fim. Ouvi uma senhora dizer à neta: “Calma, agora começa o ToyStory” e a menina responder “Mas eu gostei tanto desse desenho”. Engraçado, não há ouvi dizer mesmo ao fim do foco principal. Lembrei muito de Tom&Gery, aquele desenho dinâmico, sem fala, mas com uma boa trilha que dava alegria e lhe prendia a atenção: acho que estes conceitos básicos estão em falta.

Enfim, semana nova e espero ter mais sorte na próxima visita ao Cinemark. Que tal Shrek? Quem sabe a DreamWorks não está melhor do que a Pixar?

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Você gostaria de ver Michael Jackson ao vivo?

Hoje o programa TOP10MTV lançou a seguinte enquete no Twiiter:
Você gostaria de ver Michael Jackson ao vivo?

O twitter dedicado ao rei do POP, @homenagemMJ lançou a seguinte resposta:

homenagemMJ
@TOP10MTV Creio que cerca de pelo menos 50% da população mundial gostaria de ver MJ ao vivo, por amor ou ódio, mas gostaria! ;)

E em menos de 140 caracteres, limite de cada tweet, conseguiu-se uma resposta objetiva e real!

Certas celebridades tornam-se referências em tudo o que tocam e as extensões de seus atos, por gostos particulares, semelhanças, boatos, distorções, acréscimos e super popularidade geram um ciclo imensurável.

Com Michael Jackson, foi assim. Vê-se Michael como referência mundial em todos os campos artísticos, afinal, o cara cantou, dançou, compôs, tocou, inventou, reinventou, lançou estilo, moda e talhou seu nome como marca quase inatingível no hall da fama, das polêmicas, da genialidade do brilho, nos olhos dos fãs.

Michael é o cara que vende, não importa o que, como e nem onde. Basta ter as iniciais MJ e pronto, o produto, seja qual for sua espécie, está lá, no topo das vendas, arrasando corações e sonhos dos apaixonados seguidores desta quase insana filosofia que é Michael Jackson.
E sim, claro que qualquer um desses adeptos do estilo Michael, daria tudo e qualquer coisa, pagaria quanto fosse para ver Michael ao vivo, e abraçá-lo então, seria mais do que um sonho, um projeto utópico que foi frustrado em 25 de junho de 2009.

Mas e toda aquela parte da sociedade que ao ler Michael Jackson lembra-se do rótulo, “O Pedófilo”, ou “O estranho!”, “O louco”, “O inconseqüente”, “O cara que negou sua cor”? Pois é, estes provavelmente também gostariam de ver Michael Jackson. Muitos para xingar, dizer-lhe frente a frente que ele não poderia ter negado a própria raça, que deveria assumir esta suposta homossexualidade, e vários desejaram realmente agredi-lo fisicamente, devido às polêmicas acusações de pedofilia.

Pois sim, isto é ser ícone, isto é marcar a história, isto é ser Rei. Não importa o porquê, não importa o que se sente, mas é fato que todo mundo conhece, tem uma opinião formada e teria algo a dizer ao “Cara” que reinventou a indústria fonográfica, a forma de ser fazer shortfilm e marcou a vida de gerações.

Como disse a banda Fresno, no TOP10MTV de hoje, (22 de junho, 2010), “todo mundo tem uma influencia muito forte de MJ. Ele marcou o século e não tem como dizer que um musico não tenha algo dele”

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Exposição de TGI - MINHA MÃE MANDOU

Pois bem!
É iso!
Fim de Faculdade, um projeto desafiador, cheio de criatividade, mimos e requinte.

MINHA MÃE MANDOU, é uma marca de moda fashion teen e o meu TGI fi este: desenvolver toda a identidade visual virtual da marca - site institucional e e-commerce - além do catálogo para a coleção atual, outono-inverno 2010, as TAGS e o redesign da marca, já atuante no mercado.

Para apresentação, um lindo showroom instalado para apreciação até hoje, no Centro Universitário belas Artes de São paulo.

Vá nos visitar e conhecer os ouros projetos. O TGI 2010/01 da Belas Artes está envolvendo Design Editorial, E-commerce, Ilustração, Homenagens, Cinema, Setor 2 1/2, Embalagens, Identidade Visual, Moda, Redes Sociais, Educação Alimentar, História do Samba, Meios educacionais interativos, entre outros temas abrangindo todas as idades, do infantil à terceira idade.

Aprecie e imprecione-se com o nível e originalidade dos stands:

showroom 1 - showroom 1

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Fim de Curso = TGI

Pois bem! Cá estou me formando depois de 5 anos de muito estudo, pesquisa, aprendizado, inovação, reformulação, nervoso, alegrias, lindas amizades, descobertas, amadurecimento, perdas, crescimento pessoal e profissional.

Posso dizer que depois destes anos dentro das salas de aula de Belas Artes, eu mudei muito e para melhor. Olho para trás e vejo que minha vida e o contexto dela hoje é completamente diferente do inverno de 2005, quando me matriculei em Design Gráfico, na Unidade 2 do Centro Universitário Belas Artes de São Paulo.

Não foram apenas alegrias, claro. Mas posso dizer que o saldo foi positivo conheci pessoas incríveis, sentadas nas carteiras ao lado. Mestres surpreendentes enquanto profissionais e como seres humanos, e meu networking advindo desta instituição é realmente muito satisfatório.
Mas, além disso, a profissão me possibilitou conhecer um mercado mágico e pessoas realmente especiais que contribuíram muito para a minha formação. E fora o material humano, conheci uma outra forma de olhar o mundo, pois a magia da criação é a personalização de tudo o que você toca, essa é a essência do design, personalizar para atender um público em foco.

E sabe, eu creio ter alcançado este objetivo. Atrai pessoas de ótimo gabarito em todos os níveis, conquistei amizades maravilhosas, aprendi e ensinei bastante coisas, fiz parcerias, crescemos juntos e sei que há muito por vir.

Ontem começamos o #TGI e hoje concluímos esta etapa: mais uma turma formada, já posso dizer: sou Bacharel e Design Gráfico.
À turma, parabéns pelos lindos projetos, pelo esforço e garra que todos tiveram até o final. Aos professores que realmente contribuíram e nos deram as orientações para que tudo acontecesse, obrigada pela dedicação e amor a profissão.

Ao Centro Universitário, obrigada por tudo o que aprendi dentro da BA, mas sim, há muito para melhorar, e nada como conversar com os formandos para entender onde ainda há pontos fracos dentro da instituição e fora dela, isso é Marketing e eu aprendi isso com vocês! #FicaaDica.

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Michael Jackson Forever

O ditado diz que quem é Rei, jamais perde a majestade. Pelo visto, esta é a única regra da qual o Rei do POP não fugiu!

Iniciado sua carreira oficialmente 1968, com apenas 10 anos de idade, o astro, falecido há quase um ano esteve na mídia, cantando, dançando, impressionando, chocando, inovando, reinventando a arte, lançando moda, escândalos e arrastando um exército de fãs incomparável por 40 anos.

Para os fãs, Michael é eterno e usam a expressão “Michael Jackson Forever” para expressar este sentimento. Pessoas pelo mundo todo, não importa a cor, religião ou visão política, unem-se numa mesma filosofia, pois sim, o astro POP deixou de ser um popstar para tornar-se estilo e filosofia de vida.

É impressionante ver até onde vai o amor dedicado ao ex-Jackson Five. Fãs se organizam, se reúnem, prestam homenagens, adotam sua postura, seguem seus ensinamentos, viajam para homenageá-lo, se caracterizam, colecionam tudo o que é relacionado à marca Michael Jackson.

E neste contexto de paixão e dedicação, o mercado de acessórios, moda, artesanato, utensílios e mesmo de futilidades, entra com toda a força, criatividade e ousadia para conquistar estes fãs que certamente são seduzidos à primeira vista.

No último mês tenho observado a quantidade de objetos presentes no mercado, sejam originais ou falsos, com a marca MJ ou em sua referência. Vi caixas de músicas tematizadas com todas as “Eras de MJ”; mochilas, bolsas, malas, nécessaires e portas-moeda; bonecos de diversos materiais, estilos, tamanhos, preços e representando diversos momentos da carreira de Michael. Vi sites dedicados à posters, revistas, fotos, canecas, canetas, por-canetas e vídeos do Rei do POP e também um, e este oficial, que funciona como uma grife MJ, afinal, fã que é fã e possui condições financeiras, ama levar estampado nas roupas a marca do ídolo.

E hoje me surpreendi: andam pelo shopping encontrei em uma loja de departamento uma porção de vestes isoladas, para moda fashion feninina, claramente inspiradas nos figurinos de Michael Jackson. Ora, que tal a blusa preta e brilhante tão famosa em “Billie Jean”? E isso pode ser ainda melhor quando encontramos também a calça toda trabalhada em lantejoulas. E aquele colã inconfundível, todo dourado e preto da “Era Dangerous”? E o que me diz da blusa preta de rendas usada em “You Are Not Alone”?

Pois é, está tudo lá! Com valores entre R$50 e R$170, as peças estão expostas nas araras, entre as peças comuns, sem despertar grandes alardes, mas presentes no mercado fashion de massa. Afinal, o que importa é o faturamento final e o fã garimpa tudo e identifica as raízes do ídolo a quilômetros de distância. Assim, quem gosta, compra e quem se encanta com a peça, mesmo sem ser fã do polêmico artista, também compra, pois a referência não é explicita!

A estratégia de criação e venda é realmente boa! Mas o mais interessante é constatar que realmente a criação de hoje é a inspiração do passado. Como entender que o fashion do inverno 2010 é inspirado em uma blusa usada no “Motown 25”, há 30 anos?

Enfim, é isso! A moda se reinventa, sai de cena, para voltar outra e o ciclo vicioso faz a economia gerar e o que não sai de moda, não é moda, é um clássico e a realeza costuma ser clássica, isso deve explicar a diária presença de MJ na mídia e as tantas inspirações referentes ao seu legado. Talvez os fãs tenham razão, “Michael Jackson Forever”.

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Redes Sociais: o lazer e o negócio do momento

Não é novidade que elas estão tomando horas do lazer dos internautas e departamentos em empresas antenadas no futuro. E mais do que isso, empresas que captam a mensagem de que o futuro, na era online, acontece no dia-a-dia!

É casual ouvir alguém dizer que “deu follow em @fulano” ou “te add no meu Face”. Mas tudo começa um pouco antes! De 2007 para cá as redes têm se multiplicado ferozmente, mas, se no Brasil estamos caminhando para completar uma década de rede social com sucesso, pois desde 2004 os brasileiros foram contaminados pelo vício do Orkut, das comunidades e de toda a interatividade que o site gera, nos Estados Unidos, por exemplo, a febre é ainda mais antiga, sendo que o próprio foi criado lá, em 2001.

As Redes vêm se aperfeiçoando e o contato online está cada vez mais corriqueiro e banal. E pode-se dizer até que NÃO, não começamos nada disso “do Orkut para cá”. Afinal, os mais “plugados” na era digital, são do tempo em que comunicação instantânea era feita bem antes do MSN, com o saudoso, ou nem tanto assim, ICQ, que data de 1996, desenvolvido pela também “falecida” – pelo menos no Brasil – AOL, mas que era “top” na época.

Eu me lembro de ter sido uma das primeiras a ter meu UIN e divulgar a nova moda no colégio, ainda no final da década de 90. Depois veio o MSN e hoje temos mensagens instantâneas pelo GoogleTalk, Yahoo!Messenger, além de outros “genéricos” que hoje são quase fundamentais para quem deseja se comunicar online.

E como não considerar estes meios também Redes Sociais? Ali se formam debates, juntam-se várias pessoas, conhecem-se outras, através de indicação que eu considero ser o início do #FF (Follow Friday), hoje tão popularizado no Twitter.

Pois é, as redes vêm se modernizando, criando formas diferentes de estabelecer estas comunicações imediatas e com feedbacks instantâneos e dominando as formas de contato entre as pessoas, aproximando realidades e encurtando a distância entre produtos, empresas e famosos com o público.

Hoje, acompanhar marcas e pessoas pelo #twitter é essencial para quem tem a vida corrida e não consegue ler o jornal inteiro todas as manhãs, ou mesmo ver o JN – e até, “para que?”, se dá para seguir o @realwbonner? . Para quem tem interesse em assuntos, personalidades e pessoas fora do país, o melhor é #add no #Face ou #MySpace. E para fazer amigos, nada como encontrar pessoas nas comunidades do #Orkut.

E vai além! Precisa fazer uma pesquisa? Foi no Google e, pasmem, não achou? Procure no Orkut! Lá com certeza terá alguém que já criou uma comunidade e reuniu outros interessados neste assunto. E não importa o que seja, acredite! A mega comunidade criada pelo aluno da Universidade de Stanford , como projeto acadêmico, alcançou proporções imensuráveis e hoje é fonte de pesquisa, relacionamento, marketing, cultura, sucesso e problemas, quando não bem manejado.

E ainda depois de tanto pesquisar, comentar, interagir, experimentar as redes, e além deste texto, pode-se pensar: afinal, o que são as redes? Ou qual a dimensão disso na cultura mundial?

Bem, há dois anos a febre que hoje é do #Twitter, atendia por #SecondLife. Os Apaixonados por #games, criavam seus personagens, divertiam-se e a interação era a palavra de ordem no meio. Empresas gastaram altas verbas construindo espaços, estabelecimentos, personagens e gerando publicidade dentro do mundo virtual criado pela comunidade. Ali, o Orkut já não reinava mais e começou a haver uma competitividade inclusive entre as redes e/ou Comunidades.

Observando esta interface digital, vê-se que ser interativo deixou de ser alguém extrovertido. Interação hoje é ter perfil compatível com a web 2.0, se expressar, mostrar-se, exportar-se para o meio virtual.

Olho para o meu cotidiano e me pergunto: O que seria dele e até da minha atuação como profissional do meio sem os #fóruns, #Twitter, #Facebook, #Orkut, #MSN, #e-mail e #GoogleTalk? E a resposta é: Estaria ainda preocupada com folders, marca páginas e cartões de visitas, quando este já pode ser substituído pelo #cand.Ly.

Esta é a dimensão do valor das #RedesSociais. Se jogarmos no Google “ O que são Redes Sociais?”, a própria Google é a primeira a responder, por meio do Wikipedia , que trás a seguinte informação: “Segundo Fritjof Capra , “redes sociais são redes de comunicação que envolvem a linguagem simbólica, os limites culturais e as relações de poder”.

Esta comunicação que as Redes desprezam barreiras econômicas, fronteiras geográficas e customizam ainda mais o bel prazer da troca de informações e a relação por espontaneidade. Isto as tornam algo mais do que necessário, talvez fundamental, e substitui o antigo costume da amizade entre vizinhos, da comunidade física entre moradores de um mesmo bairro, por exemplo.

A era digital é a mostra da incrível capacidade de adaptação do ser humano que se desapega e se empolga com a mesma rapidez que o mundo e a tecnologia se reciclam. É clichê dizer que “o mundo muda o tempo todo”, mas é também bastante real tal afirmação, bem como a ânsia pela novidade e a incessante busca pelo novo, que guia a sociedade em cenário mundial.

E neste mesmo cenário, como não incluir o business nisso? As empresas, sejam de grande, médio ou pequeno porte, estão gradativamente entendendo a necessidade de ter também seu endereço virtual. E nos últimos dois anos, vendo que ter apenas o seu www.com.br não é o suficiente. Hoje é necessário ir além de um mero site institucional, é preciso ter o e-commerce, se dispor a vender seu produto/serviço a qualquer hora e lugar, pois o PDV físico é só mais uma oportunidade de conquistar o cliente.

E pensas tu, caro leitor, que isto basta? Não! É necessário contar para os amigos do Orkut que você existe, permitir que os seguidores do Twitter também dêem follow em você e te dêem um RT pelo bom produto ou informação prestada. É bom que se conte no Face o que se está fazendo e que abra a discussão nos comentários. Ter seu perfil no cand.Ly mostrando onde mais você - entenda aqui a Empresa ou seu produto - pode ser encontrado.

E por que? Bem, vê-se aqui uma oportunidade clara de marketing institucional e promocional de com baixos custos e com propagação certa a partir do uso correto das ferramentas. Hoje, pode-se dizer que não divulga quem não quer, pois se tem as ferramentas nas mãos e sempre mais, sempre novas, sempre cheias de receptores para todo e qualquer nicho.

¹ http://pt.wikipedia.org/wiki/Rede_social#Refer.C3.AAncias
² Fritjof Capra (Áustria, 1939 - ) é um físico teórico e escritor que desenvolve trabalho na promoção da educação ecológica.

Em: abril/2010

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Ser Moderna - a vida com cosméticos

Esses dias ouvi na rua dois homens conversando e reclamando do excesso de vaidade de suas mulheres. Pois bem! Parei a pensar nisso e na importância ou relevância do cosmético na vida da mulher moderna.

Paro, penso e convido o caro leitor a refletir comigo. Começo com a pergunta: você, ao entrevistar uma moça para uma oportunidade na empresa a qual representa, selecionaria uma moça que não se apresentasse dentro do básico batom, cabelos arrumados e um perfume agradável? Garanto que não!

Agora penso: você, cliente de uma empresa qualquer, gostaria de ser recepcionado ou atendido por alguém que não se apresentasse de forma agradável, bonita e conivente com a moda atual? Possivelmente, neste caso, sairia decepcionado.

E então, o que pensaria se soubesse que sua esposa, namorada ou mesmo mãe ou irmã passasse por algum constrangimento por não se enquadrar dentro do esperado? Provavelmente se sentiria ofendido também.

É assim que a vida moderna, na sociedade capitalista ditada pelo modismo, sempre mutável, surpreendente e também regrado quase doutrina a vida da mulher contemporânea, atenta ao mercado, ao público, aos lançamentos, ao que é belo, fashion, usual, charmoso e elegante.

Não importa se ela tem 15 ou 50 anos, o que importa é a jovialidade de sua alma, o amor próprio e o desejo de ser bela, sempre mais e saudável! Porque cosmético também é saúde,cuidado com a pele, no uso de hidratantes, redutor de marcas, expressões, manchas, protetores, demaquilantes e produtos anti-alérgicos que tornam a mulher do século XXI mais bela, sensual, saudável e preveni da, pois ser bela é ser consciente também!

Em: janeiro/2010

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Por que Marketing Pessoal?

Na época dos meus pais, o importante era ter uma boa profissão! E para a gente que compunha aquele tempo, uma boa profissão resumia-se em Médicos… Advogados… Engenheiros!

Era difícil se formar, mais difícil do que ainda é, pois os Vestibulares,… Ah,… Os vestibulares para estes cursos eram concorridíssimos e até hoje reza a lenda de que: “Medicina? Apenas para alunos geniais!” A concorrência era imbatível! Mas depois de formado, pronto! Além de ser o orgulho da família, a vida estava praticamente feita, pois já se tinha um título, já era chamado Doutor Fulano de Tal!

Mas o tempo foi passando e logo se começou a notar que não se caminhava mais do que duas ou três quadras para se encontrar com uma Clínica Especializada em alguma parte do organismo humano, um escritório de Advocacia ou ainda uma construtora. E isso quando não são vizinhos!

E já que falamos dos Vestibulares, e eles, como estão hoje? Concorridíssimos ainda, sem dúvida! Mas a mitológica Medicina, o direito e as engenharias têm perdido o topo do ranking das listas de candidatos por vaga. Em 2009, o primeiro lugar do maior vestibular do país, Fuvest, com 41,63 candidatos/vaga é o curso de Jornalismo, seguido por Publicidade e Propaganda com 41, 02, Relações Internacionais com 36,88 e então chegamos a medicina, como a quarta opção dos jovens, com 33,99 candidatos por vaga.

É visível a gradual desistência das tradicionais profissões já saturadas no mercado ou de difícil acesso e o investimento na mídia e na divulgação dos profissionais já existentes! Valorizar a profissional que já está no mercado tem sido a opção dos futuros profissionais, pois, devido ao forte número da concorrência na maioria dos nichos, prevalece quem sobressai através de marketing, atualização e divulgação de seu trabalho.

Não importa se você é Psicólogo, Médico, Dentista, Engenheiro, Advogado, Arquiteto ou Professor, o que vale é ser um profissional de sucesso, respeitado e para isso, é necessário ser conhecido!
Qual a sua marca? Como você é lembrado? Qual sinal gráfico que te identifica ou identifica sua empresa? Onde as pessoas te encontram na internet? Quando você oferece seus serviços, o seu cartão de visitas conta pontos a seu favor? Como anda o seu figurino? Fez as unhas? E o cabelo, como está seu visual?

Existem várias perguntas como estas que são cada dia mais urgentes de serem resolvidas! Você dedica, no mínimo, 30 horas semanais ao seu trabalho e não pode fazer isso de qualquer maneira! O Marketing pessoal deve fazer parte do dia-a-dia!!
Pense nisso!

Em: fevereiro/2009

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Literatura Pessoal: o ato de escrever

Aprendemos desde o ensino básico a importância da leitura para a formação da fase adulta e do profissional que seremos no futuro. Lemos Monteiro Lobato, Ruth Rocha, livros da moda, até chegarmos aos clássicos de Camões, Machado de Assis, Clarice Lispector, Shakespeare.

Quando profissionais formados e embriagados da sociedade mercadológica, lemos então apenas os clássicos e os livros específicos da área em que atuamos, além de jornais e revistas relevantes!É assim com quase todos!

E ao parar para pensar nisso, me questiono: Por que se fala tanto na necessidade de ler e tão pouco da importância e graciosidade de escrever?

Oras! Lemos tanto, sabemos tanto do que pensam, estudam, acham, conceituam e filosofam os grandes mestres da Literatura, Filosofia, Sociologia e todas as ciências, mas não permitimos sequer que nosso caderno pessoal, numa orelha de última página que fosse, saiba um pouquinho do nosso íntimo, dos nossos pensamentos e emoções.“Assim caminha a humanidade!” Porém, dessa forma, cada vez mais fria, mais impessoal, inquieta, angustiada, pois não se expressa, não se expõe!

Quando se tem problemas, angustias, sentimentos muito aflorados, alta sensibilidade, muitos procuram o psicólogo na esperança de este resolver todos os seus conflitos. E o que ele faz inicialmente? Faz-nos falar! Expressar-nos! Por para fora aquilo que nos atormenta, que briga conosco! Faz-nos pensar, refletir e organizar os fatos, emoções e pensamentos em ordem compatível com a compreensão do outro.

E então, questiono mais uma vez: o que é escrever se não, organizar um assunto relacionado com nossa experiência e vivência de forma a ser compreendido por quem se deparar com esse artigo? Escrever é terapia que acalma, tira a dor e o desconforto que se sente em dado momento.

Eu, por exemplo, sou “escrava” de minhas emoções e cada texto é minha carta de alforria do sentimento que me tortura até a criação de algo. É como se escrever fosse mais do que um singelo ato de criação, mas uma libertação de algo que precisa ser exposto ao mundo.

Digo sem sombra de dúvidas que meu melhor amigo é o lápis e uma folha de papel. Entre rascunhos e rabisco exponho idéias, crio soluções para problemas que muitas vezes não existem, mas fantasio e, a personagem da minha vida, coloco a prova de todas as experimentações possíveis, sem medo de errar ou cair, pois ali encontro minha Terapia e Literatura Pessoal, quando por vezes, linhas passadas passam a ser inspirações para as atuais.

E assim faço minha academia intelectual e psicológica, exercitando minha mente e potencial criativo enquanto extraiu pensamentos e emoções que, por vezes, me agoniam. E assim, pergunto ao meu leitor se não acha também eficiente este método?

Tente, experimente! Se dê a oportunidade de vivenciar mais esta experiência quando algo te desconfortar, mesmo que seja por alegria! E se a idéia de escrever um longo texto assustar, esqueça isso! Não é preciso! Que tal um #tweet? Seja bem-vindo também a comunidade do momento, Faça o seu @seunome e #tweet também suas emoções em textos curtos, afinal, 140 caracteres são bem mais fáceis de se produzir!

Em: fevereiro/2009

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Fome, um problema socioeconômico e cultural

A população mundial cresce constantemente, aliada ao crescimento industrial e à evolução tecnológica que resulta na migração do campo para a cidade em busca de melhores condições de vida. Este cenário gera também o crescimento econômico e o maior poder de compra da sociedade.

Seria este o mundo ideal caso na fosse esquecida a questão alimentícia, por exemplo, tão prejudicada, pois não consegue acompanhar os índices de crescimento populacional, suprir a desistência da população rural que deixa de produzir seus alimentos e grandes desperdícios causados pela sociedade.

O mundo pede ajuda contra a Fome! Várias nações já passam por situações críticas de miséria, como no Oriente Médio e África, e outras se aproximam dela com a alta dos juros da alimentação. Ma o mais cruel são os países que possuem os extremos: a fome e o desperdício. O Brasil encontra-se neste cenário de realidades contrárias e a grande missão é como reorganizar a situação.

Não só o Brasil, mas outros países causam desperdícios por fatores culturais, legais e econômicos. Torna-se incontável o número de alimentação nutritivos jogados no lixo por falta de costume de consumo, como cascas de frutas e legumes, além do erro legislativo que proíbe a venda de alimentos pós certa data, inutilizando-os, sem conferencia de seus estados, muitas vezes em plenas condições de consumo, causando desperdícios e prejuízos aos comerciantes e produtores, e estes, na ambição capitalistas, preferem desprezar tais alimentos à doá-los a população carente.

A sociedade mundial precisa de uma rápida reeducação alimentar e habitual, para assim conter desperdícios, aproveitar melhor os investimentos feitos em alimentação. Além disso uma revisão legislativa quanto aos destinos dados a alimentação que vencem e são desprezados, pois estes mereciam uma análise de qualidade e estando em bom estado para consumo, poderiam ser vendidos a preços reduzidos, diminuindo prejuízos ou, em caos de inviabilidade de análise, doados a instituições ou famílias de baixa renda, amenizando a fome mundial e contribuindo para o desenvolvimento econômico e humanitário mundial.

Data: Janeiro/2009 - Temática do Processo Seletivo UFU - Segunda fase.

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